Tuesday, October 14, 2014

SÍNODO EXTRAORDINÁRIO


Quanto mais a igreja desapegar-se do cristo salvador e apegar-se a um Deus abrangente, holístico, universal, onipotente, onisciente, insofismável cientificamente, mais fácil será a sua lida com a sociedade essencial. No âmbito deste Deus há espaço para abrigar a todos, independentemente de suas convicções pequenas, inclusive os gays. Mas não há espaço para a perpetuidade das mentiras dogmáticas. No entanto, para esse Deus, nenhuma dúvida pairará sobre, que a atração do homem pelo homem e da mulher pela mulher sob a essência da sexualidade é uma anomalia, uma doença física e ou psicológica, que no mínimo precisa de atenção, para todos quantos compreendam que ao longo da vida haverá sempre a angústia inevitável rumo à felicidade, que, dificilmente acontece sob a égide da hipocrisia. Considerando que o homem, há muito vê diminuído o seu desenvolvimento genético, como delimitador de seus aspectos físico-químicos e psicológicos, para sofrer mais a influência sociológica catalizadora de influencias modificativas para o bem o para o mal, no homem, é fundamental que os gays não sejam colocados na condição de indutores de comportamento semelhante, como sendo este, um padrão a ser seguido, porque, efetivamente não o é, eis que, fruto de uma anomalia multe-causa, que não deve ser proliferada no tempo, porque, não serve à preservação da própria espécie humana. Lembrando à igreja que, por mais importante que ela seja ou se ache, é um bebê em termos de parâmetros existenciais. A igreja enquanto ambiente social deve acolher a todos sem exceção, porque, a sua missão mais importante é a pacificação da convivência social, e, essa pacificação acontecerá com a prevalência do amor até mesmo exacerbado. O que não significa aceitar a imposição da minoria sobre a maioria, nem da maioria sobre a minoria. Mas, a interação social deve ser amalgamada no respeito mutuo e compreensão, na forma mais abrangente que os termos possam alcançar. Sem, o que, o Sínodo Extraordinário não terá a devida importância, por mais que seja evidente a vontade do santo papa Francisco de acertar, em sua missão particular de melhorar a humanidade, melhorando a convivência entre os povos.

Brasília – DF, 14 de outubro de 2014.

Eustáquio Costa 

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